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LUIZ AQUILA
Luiz Aquila da Rocha Miranda

NASCIMENTO
1943 - Rio de Janeiro RJ - 27 de fevereiro

FORMAÇÃO

Inicia-se nas artes através de seu pai, artista plástico e arquiteto, Alcides da Rocha Miranda
1959/1960 - Rio de Janeiro RJ - Faz curso de pintura com Aluísio Carvão e desenho com Tiziana Buonazzola, na EAB, Rio de Janeiro.
1959/1960 - Rio de Janeiro RJ - Estuda xilogravura com Oswaldo Goeldi, na ENBA
1962 - Brasília DF - Faz cursos livres de pintura, no Instituto de Arte e Arquitetura da UNB
1965 – Recebe bolsa do governo francês e reside e trabalha na Cite Internacionale dês Arts – Paris, França
1967 - Lisboa (Portugal) - Recebe bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para freqüentar o ateliê de gravura em metal da Cooperativa de Gravadores Portugueses
1972 - Londres (Inglaterra) - Com bolsa do Conselho Britânico estuda litografia na Slade School of Fine Art, sob a orientação do artistas Stanley Jones e gravura em metal com Bartolomeu dos Santos

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1968 - Lisboa (Portugal) - na Galeria 111
1973 - Liverpool (Inglaterra) - na Galeria da Liverpool University
1974 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria Grupo B
1974 - Madri (Espanha) - na Galeria Seiquer
1974 - Paris (França) - na Galerie Debret
1975 - São Paulo SP - no Masp
1976 - São Paulo SP - na Galeria Arte Global
1977 - Lima (Peru) - na Galeria Nueve
1976 - São Paulo SP - Luiz Aquila, na Biblioteca Pública de São Paulo
1979 - Washington D. C. (Estados Unidos) - na Galeria B. A. C. I.
1979 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria Paulo Klabin
1981 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria Paulo Klabin
1982 - São Paulo SP - na Galeria Luisa Strina
1982 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria Paulo Klabin
1984 - São Paulo SP- na Galeria Luisa Strina
1985 - Rio de Janeiro RJ – Evento: Luiz Aquila por toda Cidade, Exposição do mural adquirido pelo Chase Manhattan Bank, em sua Agência Botafogo, exposições na Galeria Espace no Consulado da França, na Galeria Paulo Klabin, na Galeria Sérgio Milliet, na Gare D. Pedro II da Central do Brasil e no Ciep Tancredo Neves.
1985 - Brasília DF- na Galeria Espaço Capital Arte Contemporânea
1985 - São Paulo SP- na Galeria Luisa Strina
1985 - São Paulo SP - na Galeria de Arte São Paulo
1987 - São Paulo SP - Luiz Aquila : obras recentes, na Galeria Montesanti Roesler
1987 - São Paulo SP - Luiz Aquila em Grandes Formatos, no MAM/SP
1987 - Brasília DF - Luiz Aquila: obras recentes, no Espaço Capital Arte Contemporânea
1988 - Rio de Janeiro RJ - Doação Luiz Aquila, no Centro Empresarial Rio. Exposição de desenhos doados pelo artista para o MAM/RJ.
1988 - Fortaleza CE - Luiz Aquila: obras recentes, na Galeria Ignez Fiuza
1988 - Recife PE- Luiz Aquila: obras recentes, na Galeria Artespaço
1988 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila: obras recentes, na Montesanti Galeria
1990 - São Paulo SP - Luiz Aquila: pinturas novas, na Galeria Montesanti-Roesler
1992 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila: desenhos e gravuras, na EAV/Parque Lage
1992 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila: desenhos e gravuras, na UFRJ
1992 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila: quadros grandes, no MAM/RJ
1993 - São Paulo SP - As Pinturas de Luiz Aquila, na Dan Galeria
1993 - São Paulo SP – Desenhos, na Galeria Adriana Penteado
1993 - Salvador BA - Luiz Aquila: pinturas e desenhos, no MAM/BA
1993 - São Paulo SP - Luiz Aquila: quadros grandes e novos, no MAC/USP
1993 - São Paulo SP - Os Papéis de Luiz Aquila, no Masp
1994 - Campo Grande MS – MARCO-MS
1994 - Campo Grande MS - Luiz Aquila: quadros grandes, no MAC/MS
1995 - Rio de Janeiro RJ - no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil
1996 - Curitiba PR - no MAC/PR
1996 - Davos (Suíça) - no World Economic Forum
1998 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria Nara Roesler
1998 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila, na Galeria Márcia Barrozo do Amaral
1998 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila: 11 pinturas, no Paço Imperial
1998 - São Paulo SP - Luiz Aquila: 11 pinturas, na Galeria Nara Roesler
1998 - Goiânia GO - Luiz Aquila: pinturas, na Fundação Jaime Câmara
1998 - São Paulo SP - Luiz Aquila, na Galeria Nara Roesler
1998 - Rio de Janeiro RJ Luiz Aquila, no Paço Imperial
1998 - Uberlândia MG - Luiz Aquila, no Centro de Fiação e Tecelagem de Uberlândia
1999 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Museu da Mãe d'Água
2001 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Aquila Pintura Encarnada, na Anita Schwartz Galeria
2002 - Londres - Luiz Aquila Back in the UK, na Gallery 32
2002- Rio de Janeiro – Atelier Finep, Paço Imperial
2003 - Niterói RJ - Luiz Aquila no MAC Niterói
2004 - Santiago (Chile) - Luiz Aquila en Chile, na Galeria Matthei
2005 - “Luiz Aquila no MUMA”- Museu Metropolitano de Curitiba
2005 – Rio de Janeiro RJ - Galeria Marcia Barrozo do Amaral
2005 - Rio de Janeiro RJ - “Gravuras e Desenhos Celestiais” – Projeto Amigos da Gravura no Museu da Chácara do Céu
2006 – São Paulo SP -Galeria Valu Oria – São Paulo
2008 – Rio de Janeiro RJ - Galeria Marcia Barrozo do Amaral
2008 – Rio de Janeiro RJ- “03 Pinturas Grandes e 10 desenhos devaniantes” - Paço Imperial
2009 - São Paulo SP - Galeria Valu Oria
2009 - Brasília DF - Caixa Cultural de Brasília


EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1960 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Jovens Expõe, na EAB
1965 - Brasília DF - na Aliança Francesa
1965 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Petite Galerie
1966 - Paris (França) - Mostra de Desenhos, na Galerie Letrigône
1970 - Brasília DF - na Galeria do Conselho Britânico
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - Quito (Equador) - Bienal de Quito
1972 - São Paulo SP - na Galeria Bonfiglioli
1974 - Caracas (Venezuela) - 28 Artistas del Brazil
1975 - Brasília DF - Galeria da Fundação Cultural de Brasília
1976 - Rio de Janeiro RJ - Arte Agora, no MAM/RJ
1978 - Veneza (Itália) - Bienal de Veneza
1978 - Cuiabá MT - Museu de Arte e Cultura de Cuiabá
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio de viagem ao país
1979 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria Aktuel
1979 - Rio de Janeiro RJ - Salão Carioca de Arte, no Palácio da Cultura
1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA
1980 - Rio de Janeiro RJ - O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1980 - Rio de Janeiro RJ - Salão Carioca de Arte
1981 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Artes Plásticas
1981 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ
1981 - Rio de Janeiro RJ - Salão Carioca de Arte
1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - São Paulo SP - Arte na Rua
1983 - Rio de Janeiro RJ - na Galeria César Aché
1984 - Rio de Janeiro RJ - A Grande Tela, Centro Cultural Candido Mendes
1984 - Nova York (Estados Unidos) - na Galeria Amazoni
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras,
na Fundação Bienal
1984 - Rio de Janeiro RJ - Viva a Pintura, na Petite Galerie
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - Rio de Janeiro RJ - Ao Mestre com Pintura, na EAV/Parque Lage
1985 - Brasília DF - Brasilidade e Independência
1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP
1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, na Petite Galerie
1985 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1985 - Rio de Janeiro RJ - Velha Mania: desenho brasileiro, na EAV/Parque Lage
1986 - São Paulo SP - 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1986 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Christian Dior de Arte Contemporânea: pintura, no Paço Imperial - hours-concours
1986 - Rio de Janeiro RJ - Território Ocupado, na EAV/Parque Lage
1987 - São Paulo SP - 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1987 - Quito (Equador) - 3 Momentos da Arte Brasileira
1987 - Rio de Janeiro RJ - Gesto Alucinado, no Rio Design Center
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: a group exhibition of contemporary painting and sculpture - Sergio Tissenbaum and ISD Inc.
1988 - Santos SP - Cada Cabeça Uma Sentença, no Teatro Municipal Brás Cubas
1988 - Rio de Janeiro RJ - Le Déjeuner sur l'Art: Manet no Brasil, na EAV/Parque Lage
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1988 - Rio de Janeiro RJ - O Eterno é Efêmero, na Petite Galerie
1988 - São Paulo SP - Pintura, no Subdistrito Comercial de Arte
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo
1989 - São Paulo SP - 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1989 - Cuenca (Equador) - 2ª Bienal Internacional de Cuenca
1989 - Rio de Janeiro RJ - 8 Artistas Pintam a Revolução Francesa, na Casa de Cultura Laura Alvim
1989 - Rio de Janeiro RJ - Abstratos 89, na Galeria Montesanti-Roesler
1989 - Juiz de Fora MG - Cada Cabeça Uma Sentença, no Museu Mariano Procópio
1989 - Ouro Preto MG - Cada Cabeça Uma Sentença, na Casa da Baronesa
1989 - São Paulo SP - Cada Cabeça Uma Sentença, no MAM/SP
1989 - Rio de Janeiro RJ - Cada Cabeça Uma Sentença, no MNBA
1989 - São Paulo SP - Desenho, uma Geração, na Galeria Suzana Sassoun
1989 - Rio de Janeiro RJ - O Mestre a Mostra, na EAV/Parque Lage
1989 - Rio de Janeiro RJ - Olhar para o Futuro, no Centro Cultural H. Stern
1989 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1990 - São Paulo SP - Figurativismo/Abstracionismo. O Vermelho na Pintura Brasileira, no Itaú Cultural
1990 - São Paulo SP - Armadilhas Indígenas, no Masp
1990 - Rio de Janeiro RJ - Armadilhas Indígenas, na Funarte
1990 - Juiz de Fora MG - Olhar Van Gogh, organizada pela Universidade Federal de Juiz de Fora
1991 - Rio de Janeiro RJ - 10 Anos de Acervo, no MAM/RJ
1991 - Recife PE - A Árvore de Cada Um, na Galeria Artespaço
1991 - São Paulo SP - A Árvore de Cada Um, na Galeria Nara-Roesler
1991 - Rio de Janeiro RJ - Centro Cultural Candido Mendes: 10 anos de acervo, no MAM/RJ
1991 - Petrópolis RJ - MAM AMA Arte Contemporânea, no Centro Histórico Petrópolis
1991 - Rio de Janeiro RJ - Processo nº 738. 765-2, na EAV/Parque Lage
1992 - Rio de Janeiro RJ – 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1993 - Fortaleza CE - 23 Anos, na Galeria Ignes Fiuza
1993 - Rio de Janeiro RJ - Centenário, no Centro Cultural dos Correios
1993 - Rio de Janeiro RJ - Paixão do Olhar, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - Rio de Janeiro RJ - Sob o Signo de Gêmeos, na Galeria Saramenha
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Um Olhar sobre o Outro, no Instituto Cultural Villa Maurina
1995 - Lausanne (Suíça) - Rio: Mistérios e Fronteiras, no Musée de Pully
1996 - Belo Horizonte MG - Impressões Itinerantes, no Palácio das Artes
1996 - Rio de Janeiro RJ - Rio: Mistérios e Fronteiras, no MAM/RJ
1997 - Belo Horizonte MG - 25º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte –
sala especial, no MAP
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Impressões Contemporâneas,
no Paço Imperial
2000 - Rio de Janeiro RJ - Carrossel da Despintura, no Centro Cultural Pascoal Carlos Magno
2001 - Petrópolis RJ - Pintura a Pinceladas, no Museu Imperial
2003 - Conexão Petrópolis, no Museu Imperial
2003 - 2ª Bienal Nacional de Gravura, Piracicaba e Campinas SP
2005- Belo Horizonte MG – Coletiva de Acervo 2005, Galeria Murilo Castro
2006 –Rio de Janeiro RJ Hélio Oiticica
2006 – São Paulo SP – SP Arte –Feira Internacional de Arte Moderna e Contemporânea
2006 – São Paulo SP - Valu Oria
2006 –Rio de Janeiro RJ – Amigos da Gravura, Museu Chácara do Céu Rio de Janeiro RJ
2006 – Rio de Janeiro RJ – A cor e o som de Dorival Caymi – Paço Imperial
2007 – Rio de Janeiro RJ - Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea MNBA
2007 - Petrópolis RJ – Os Amigos da Gravura – SESC
2007 – Rio de Janeiro RJ – Galeria do Convento
2007 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retrato do Brasil – Paço Imperial
2008 – Brasília – DF - 1ª Bienal de Brasília
2008 – Bruxelas Bélgica – Exposição After School
2008 – Berlim Alemanha - Exposição After School
2008 – Roma Itália - Exposição After School
2008 - São Paulo SP – SP Arte –Feira Internacional de Arte Moderna e Contemporânea
2008 – Viena Áustria – Exposição Moya
2008 – São Paulo SP – Núcleos Contemporâneos – Valu Oria Galeria de Arte
2009- SP Arte pela galeria Márcia Barrozo do Amaral.
MUBE-G11
2010- Exposições nas galerias Mizhari e Ricardo Camargo ambas em SP.
CCBB de Brasília, exposição Brasilia 50 anos.
G11 - Senado Federal da República
2011- ArtRio exposição pelas galerias: AM Galeria-SP e Referência Galeria de Arte-DF.

OUTRAS ATIVIDADES EM ARTES VISUAIS

1962 - Brasília DF - Desenha impressos para a UNB
1962 - Brasília DF - Desenha logotipo para a Aliança Francesa de Brasília
1967 - Évora (Portugal) - Leciona desenho
1968/1972 - Brasília DF - Leciona desenho e plástica no Instituto de Arte da UnB
1977 - Lima (Peru) - Leciona desenho no Centro de Estudos Brasileiros
1976/1978 - Brasília DF - Coordena o Setor de Artes Plásticas do Centro de Criatividade de Brasília, criado pela Unesco
1978/1986 - Rio de Janeiro RJ - Integra o corpo de professores da EAV/Parque Lage, onde também mantém seu ateliê.
1980 - Pinta tela de fundo para o espetáculo teatral El Día Que Me Quieras, dirigido por Luis Carlos Ripper
1981 - Publica o livro Carnaval, de desenhos feitos a partir de poemas de Eudoro Augusto - Edição Massao Ohno/Aluísio Leite/Roswitha Kempf
1983 - Curitiba PR - Pinta mural para o Chase Manhattan Bank de Curitiba
1984 - Rio de Janeiro RJ - Realiza pintura coletiva A Grande Tela, com John Nicholson e Claudio Kuperman, na Galeria Candido Mendes
1984 - Rio de Janeiro RJ - Leciona pintura no MAM/RJ
1985 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Evento Luiz Aquila por toda a Cidade, com exposições simultâneas em São Paulo e Rio de Janeiro, em locais públicos e galerias
1985 - Bagnolet (França) - Cria elementos visuais para espetáculo da Companhia Atores Bailarinos no Festival International Le Ballet Pour Demain
1988/1991 - Rio de Janeiro RJ - Diretor da EAV/Parque Lage
1989 - Brasília DF - Coordena oficina de pintura no 2º Festival Latino-Americano de Arte e Pintura, na UnB
1993 - São Paulo SP - Participa de um evento onde faz um outdoor em homenagem a Mário de Andrade, no CCSP – Centro Cultural São Paulo
2001 - Petrópolis RJ - Realiza a obra A Pintura e o Nosso Losango, um painel de 16 x 12 m, que está nos jardins do Museu Imperial
2007 -São Paulo SP -Participação do leilão de pratos da Assosciação Cultural de amigos do Museu Lasar Segall
2007 - São Paulo SP – SPArte
2008 -Rio de Janeiro RJ - Participação do leilão de fotografias com intervenções artísticas Fame and Fashion
2008 -Rio de Janeiro RJ - Participação do leilão de azulejas pintadas para Museu Chácara do Céu, RJ
2008 – São Paulo SP – SPArte
2011- Debate no ArtRio com Daniel Senise, Waltercio Caldas e Ernesto Neto sobre literatura e artes plásticas

TÍTULOS/PRÊMIOS

1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio de viagem ao país
1991 - Oficial da Ordem do Rio Branco
1997 - Recebe a Ordem de Chevalier des Arts et Lettres do Ministério da Cultura da França

TEXTOS CRÍTICOS

"(...) Na raiz desse novo informalismo pode estar o cansaço das tendências conceituais vigentes nos últimos dez ou quinze anos, a aridez de uma arte hermética, o tédio provocado por linguagens cifradas, quase cabalísticas, que carecia de explicações (de bulas, como nos remédios), de uma arte paravisual que não se dirige aos olhos ou ao coração, mas à mente: arte como idéia. . . Estes comentários surgiram a propósito da exposição de Luiz Aquila. Ou melhor, sua exposição foi o que faltava para compor o quadro inicial deste novo informalismo. Apesar disso, não é um tachista. Por sua formação está mais próximo da pintura geométrica e construída (...). No entanto, é inquestionável que sua pintura vai estimular a nova onda informal. Nos quadros expostos, a mesma explosão colorida, a mesma gestualidade livre, a mesma euforia do ato de pintar. Amarelos, vermelhos e azuis intensos criam planos que se superpõem ou molduras artificiais que logo serão negadas pelo estilhaçar de formas que não querem descansar em nenhum ponto fixo do quadro. (...) O clima geral é de festa, de sol, de verão, de trópico. Um informalismo nos trópicos. . . "
Frederico Morais
in LUIZ, Aquila. Apresentação de Frederico Morais e Lélia Coelho Frota. São Paulo: Galeria Luisa Strina, 1982.
in LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.

"Precursor do novo informalismo brasileiro, apontado como o ‘pai da geração 80’, Luiz Aquila não dilui sua pintura em modismos internacionais ou cacoetes geracionais, nem é matriz para ninguém. O que ele ensinou não foi um conjunto de macetes, ele defendeu uma atitude diante da pintura. O que ele defendeu, com unhas e dentes, ou melhor com tintas e pincéis, foram os próprios valores plásticos, aquilo que é permanente na pintura, não importa sua data ou localização geográfica. Aquila é, hoje, o herói de sua própria pintura"
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. Luiz Aquila por toda a cidade : catálogo. Rio de Janeiro RJ, 1985

"Aquila, que tem um olho treinadíssimo, costuma dizer que esse olho está sempre em serviço, discriminando, selecionando, hierarquizando. O que ele faz, o tempo todo, é transformar estas sensações cotidianas - cromatismos, formalismos, tactilidades, temperaturas, sonoridades e olfações - em pintura. Conhece e pede que conheçamos a história da arte, mas não faz pintura em tese, nem transforma cada quadro em uma charada a ser decifrada. Busca também o frescor das idéias e sensações.
Assim, quando nos diz, com uma ponta de ironia, que está analisando as condições para a pintura, ou que está em conversações com a pintura, podemos aceitar como verdadeiras estas afirmações contidas nos títulos de suas telas. Aquila procura manter seu processo de criação em aberto, sujeito a alterações, o quadro fluente, em andamento. O quadro vai nascendo ali, no corpo-a-corpo com a matéria com que constrói sua pintura, num diálogo ativo e inteligente. "
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. In:Dan Galeria expõe as pinturas de Luiz Aquila. Org. : Gláucia S. Cohn. Dan Galeria, Rio de Janeiro RJ, 1993, 24 p

"Quando Luiz Aquila começou a definir a sua pintura, no início dos anos 70, o olhar brasileiro já perdera a referência de cultivar uma pintura de qualidade, onde não é o primeiro impacto visual que conta, onde é preciso descobrir a grafia e a qualidade da pincelada, da matéria e da textura do quadro. É que na época, a grande maioria da produção brasileira navegava em outras direções. Aquila manteve-se fiel a telas muito elaboradas, mas bastante emocionais, seu ponto de partida é sempre introspectivo e mesmo que o espaço seja bem definido, as pinceladas são livres e soltas. Tal coerência e sua atividade didática fizeram com que ele se transformasse num pólo de referência para uma geração de jovens que desejava voltar a descobrir a qualidade da pintura".
Casimiro Xavier de Mendonça
MENDONÇA, Casimiro Xavier de. In : GALERIA MONTESANTI. A Presença da Pintura: catálogo. São Paulo SP, 1987
No período da redemocratização, Luiz Aquila orientou os artistas da Geração 80, como professor do Parque Lage, no Rio. Desde então, representa opção pela obra de arte como registro do processo do fazer, associado ao hedonismo pictórico.
Felipe Chaimovich
Texto do catálogo da exposição "A Pintura Encarnada e Obras Recentes" na Galeria Valu Oria em maio de 2006

DEPOIMENTOS

"Acho que eu não tenho uma formação européia, eu tenho uma formação brasileira, quer dizer, quando eu viajei eu já estava de olho feito, a viagem me valeu como uma viagem vale para todo mundo. Eu creio que viajar é importante, pois você toma contato com coisas que não se poderia tomar aqui, mas eu não sinto que o contato direto com a Europa tenha sido determinante na minha formação; talvez até o contato indireto com a Europa através de coisas que aconteceram no Brasil tenha sido mais importante, ou talvez eu tenha ido à Europa mais para constatar meus interesses do que para realmente criar interesses novos. O pontapé inicial é brasileiro, aliás, o Brasil é mestre em pontapé"
Luiz Aquila
AQUILA, Luiz. Programa Aglaia Peltier, na Rádio MEC, Rio de Janeiro, em 1990

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FONTES DE PESQUISA

Brazilianart Book IV. Textos: Casimiro Xavier de Mendonça, Dora Silveira, Lauro Cavalcanti, Wilson Coutinho.
Brazilianart Book II. Textos: Frederico Morais, Lauro Cavalcanti, Wilson Coutinho, Luiz Camillo Osório. 2001.
Caminhos do Contemporâneo 1952/2002, livro. Rio de Janeiro, Paço Imperial, 2002.
Atelier Finep, livro. Texto de Manya Millen, Rio de Janeiro, Paço Imperial, 2002.
Bienal de Veneza, livro. Texto de Lélia Coelho Frota. 1978.
Aquila, Luiz. Pintura Encarnada: catálogo. Texto de Frederico Morais e Lauco Cavalcanti. Rio de Janeiro, Galeria Anita Schwartz, 2001.
Barata, Mario. Catálogo da Galeria Arte Global, 1976.
Catálogo Gallery 32. Textos de Celso Amorin, Lauro Cavalcanti, Lélia Coelho Frota, Frederico Morais. Londres, 2002.
Catálogo: Quadros grandes. Textos de Marcus de Lontra Costa, Frederico Morais, Lélia Coelho Frota, Wilson Coutinho, Casimiro Xavier de Mendonça, Roberto Pontual, Vera Pedrosa. Rio de Janeiro, MAM, 1992.
COHN, Gláucia S. (org. ). Dan Galeria expõe as pinturas de Luiz Aquila. Texto Frederico Morais, Rio de Janeiro : Dan Galeria, 1993.
COSTA, Flávio Moreira. "Luiz Aquila, o pai da ‘Geração 80’". Jornal Folha de São Paulo. 08 de outubro de 1994
Expressionismo no Brasil: heranças e afinidades. Apresentação de Roberto Muylaert e Sheila Leirner. São Paulo: Fundação Bienal, 1985. (XVIII Bienal Internacional de São Paulo, 1985).
Luiz Aquila. Apresentação de Frederico Morais e Lélia Coelho Frota. São Paulo: Galeria Luisa Strina, 1982.
Catálogo com texto de Frederico Morais. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1995.
Luiz Aquila: Pinturas. Texto de Frederico Morais. São Paulo: Galeria de Arte São Paulo, 1985.
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.
Catálogo: Onze Pinturas. Paço Imperial e Galeria Nara Roesler. Rio de Janeiro RJ, 1998.
SCHENBERG, Mário. Pensando a arte. São Paulo: Nova Stella, 1988.
STRECKER, Márion. "A pintura delirante de Aquila". Jornal Folha de São Paulo. 12 de outubro de 1984  
Arte no Brasil 1950 – 2000 – movimentos e meios. Cacilda Teixeira da Costa, 2004
Capitulo: Volta a Pintura:Transvanguarda